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19/12/2008 |
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BLAIRO MAGGI FALA SOBRE AÇÕES DO GOVERNO EM 2008 |
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O governador do Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), em entrevista ao vivo no Bom Dia Mato Grosso, nesta sexta-feira, 19, voltou a fazer um balanço de algumas ações do Executivo estadual neste ano de 2008. Maggi lembrou que o ano foi tranqüilo e bom para a economia de Mato Grosso, "uma época de bonança, de recursos no cofre do Estado para tocar as obras". O crescimento do Estado passou dos 10%, mas que o próximo ano já preocupa o Governo.
Questionado sobre a crise financeira, o governador citou três pontos importantes ao qual o Governo do Estado estará atento neste ano de 2009: o Orçamento (Lei Orçamentária Anual) apresentado com recurso
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menor; o contingenciamento nos órgãos do Executivo que no início do ano pode chegar a 30%; o prolongamento de prazos para recolhimento dos impostos e a falta de crédito.
A dívida com a União também será priorizada no próximo ano. Segundo o governador, o Estado tem disponível R$ 300 milhões para investir em infra-estrutura e mais de R$ 700 mi a pagar para o Governo Federal que tem a prerrogativa para cortar as verbas funcionais, como os recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação ) ou do Ministério da Saúde.
Ainda para 2009, o Executivo estadual prevê trabalhar, para a redução de energia elétrica e do imposto do combustível. "À medida que a economia tem se diversificado temos uma diversificação de receitas", argumentou Blairo Maggi. Citou, também, outras prioridades do Governo, como o compromisso com o Servidor Público, com as contas e com o custeio. "Não posso colocar em risco a instabilidade econômica do Estado", disse.
Ele fez ainda um elogio a bancada estadual. "Mesmo com os recursos mais apertados, temos mais recursos disponíveis para o Estado. Significa que a bancada está mais coesa e na direção do que é necessário", ressaltou.
MEIO AMBIENTE
Blairo Maggi voltou a defender o pagamento dos serviços ambientais prestados. "A floresta deve ter seu valor em pé e não derrubada", salientou, explicando que assim o produtor será uma espécie de guardião da floresta, que quer ela em pé, tendo ainda um retorno que vai ajudar a sustentar os negócios dele.
O governador disse que os próprios números mostram que a imagem de Mato Grosso lá fora melhorou, desde sua primeira viagem aos países estrangeiros. "Em 2003, Mato Grosso desmatou 11mil quilômetros quadrados, um milhão e pouco de hectare; em 2007, 2,8 mil km² e agora, em 2008, fomos para 3,2 km². Uma redução de cerca de 70%. O que mostra que as políticas que o Estado vem adotando com as do Governo Federal tem dado resultado".
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